No episódio 4, o tema foi inovação. Como ser criativo num mundo em que todo o processo de desenvolvimento é focado em conteúdos congelados?
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017
terça-feira, 26 de março de 2013
Escola e Trabalho
Há uma coisa que observo sempre e que me chama a atenção, que é a ligação feita entre Escola e Trabalho. Uma espécie de “ligação direta” que é aceita com naturalidade mas que não estou segura se é verdadeira, porque considero que a Escola deve ser totalmente lúdica, levando à criatividade, ao interesse pela pesquisa, ao desenvolvimento de estruturas que resultem na capacidade plena de ser inteligente. O trabalho, por sua vez, tem uma rigidez que não promove essas situações.
Quando vemos na mídia o histórico de pessoas bem sucedidas, via de regra levanta-se se elas foram ou não “bem na escola”. A minha pergunta é: “as escolas, de uma forma geral, preparam o indivíduo para o trabalho?”. Creio que as escolas precisam achar sua posição dentro da sociedade, existindo como um campo neutro de desenvolvimento da inteligência e, em consequência disso, da criatividade. A profissionalização deveria ser um momento específico, na hora certa, quando seriam oferecidos cursos específicos para orientar ao trabalho. Embaralhar as coisas não resulta no melhor dos mundos nem para o desenvolvimento da inteligência nem para a formação para o trabalho.
Escola é outra coisa. Deveria ser um campo para pensar, porque só temos que ensinar a pensar. O conhecimento está no universo das crianças, que sabendo pensar, vão encontra-los. As mudanças no mundo de hoje são tão rápidas que, sempre que “ensinamos” alguma coisa, vemos que ela já está desatualizada em menos de seis meses (quando chega a isso). Qual a Química que devemos ensinar? E a Física? Já estamos vendo que nem a ortografia parece ter mais valor nas avaliações que são feitas. Para que aprender matérias “engessadas”? Vamos ensinar a LER e a PENSAR.
Entendo que a internet deva estar dentro das escolas, para que as crianças tenham nela um referencial para suas vidas. Os muros das escolas não podem estar fechados para o mundo lá fora, até porque as crianças de fato fazem parte desse mundo – e via de regra, em decorrência disso, estão mais bem informadas que seus professores.
O fato é que o Trabalho tem a preocupação de formar seus quadros e para isso é preciso que a escola ofereça pessoas inteligentes e criativas. Só dessa forma daremos o grande salto que o Brasil precisa e merece dar.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Reforma Educacional
No Brasil continuamos a não dar atenção a EDUCAÇÃO. Estamos vendo que nada mudou e não temos esperança de mudança. Será que alguém sabe realmente o que é educação, entre as autoridades que deveriam cuidar do assunto? Eles sabem mudar os nomes e acham que com isso já fizeram a reforma necessária. Não sabemos mais como são os nomes dos cursos. Primário, ginásio, fundamental, médio. Juntam separam e nada muda. Ate as matérias ganham nomes diferentes. Mas e a metodologia? Alguém sabe que tem forma diferente de fazer?... Não sabem ou não querem saber? As crianças continuam sem aprender e a perderem horas e horas em salas de aula que nada trazem a elas de novidade e interesse. Será que ninguém nunca reparou que as crianças não gostam das escolas? E porque elas gostam dos parquinhos, cinema, e outras atividades? São lúdicas como a Escola deveria ser. O homem é um animal que brinca, logo esta deveria ser a tônica da Escola.
No Brasil, a grande coisa sempre valorizada pela mídia é a ideia de que uma escolinha em um Estado distante dos grandes centros, esta fazendo algo interessante. Ora isso não e um sistema educacional, já que não contamina o geral. Não quero saber se um professor faz algo interessante um dia. Meu pai, o educador Lauro de Oliveira Lima, sempre disse que educação é aquilo que todos os anos, no mesmo dia, acontecera naquela sala de aula de qualquer forma, seja qual for o professor. Não precisamos de festas educacionais setorizadas, precisamos de planejamento para todos e todos os dias. Não é fazendo uma linda pintura em um dia na sala de aula que teremos um sistema educacional moderno.
O conhecimento tem que ser levado às crianças e adolescentes. Seus professores tem que ser treinados. A mídia da a maior importância a índices irrelevantes do IDEB. Passamos de 3,6 para 4,4 e o que isso significa se os países em desenvolvimento já estão em 6,0 pontos. Quando chegarmos lá, onde eles estarão? Nossa meta deve ser 10,0, pois não é isso que pedimos aos nossos alunos nas escolas? Por que o governo é um privilegiado que tendo uma meta de 4,4 (pontos) é considerado bom. Vamos ficar correndo atrás do prejuízo sempre? Temos que fazer um planejamento audacioso, para termos metas fantásticas alcançadas. Não podemos esquecer que só são medidas matérias como matemática e português, mas será que sabem historia, geografia e as ciências?
Ficamos então sabendo que o município da atenção aos primeiros níveis e o estado ao ensino médio. E as series intermediarias? São abandonadas? Temos que cuidar do processo como um todo. O que estraga ainda mais é não ensinarmos e darmos cotas na Universidade. Vamos resolver o problema e deixar os meninos competirem já que estabeleceram que é esta a guerra.
Os nossos gestores ainda não tem consciência de que o que falta nas escolas é uma metodologia que desenvolva a inteligência das crianças. Criança inteligente aprende. Não adianta dizer ou pensar que as crianças nascem inteligentes porque isso não é verdade! Elas tornam-se inteligentes de acordo com as experiências a que são expostas. Vamos trabalhar com seriedade sem pensar apenas nos votos em época de eleição.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
O legado não tecnológico de Steve Jobs
Morre um gênio criativo. Deixa para a humanidade uma quantidade enorme de realizações, mas o grande legado foi para a Educação. Nós, pais e educadores, devemos pensar o que este homem teve em sua vida para gerar tantas invenções, usando a a criatividade de maneira tão incomum. Estudar a vida de um homem desses é de suma importância para todos nós.
Temos que analisar cada faceta de sua vida para poder estruturar uma linha de avaliação coerente, ou mesmo para entender como alguns julgamentos nossos podem estar equivocados, quando no dia a dia determinamos quem vai dar certo ou não, baseados em coisas totalmente irrelevantes.
Adotado por uma família sem grandes comprometimentos começa sua vida de maneira conturbada. Seus estudos, como foram? Por que a Universidade não fez falta em seu caminho de vida? E fará a nossos filhos ou é apenas uma forma de tentarmos fazer com que nossos filhos tenham sucesso de alguma forma? Será que sabemos realmente o que é o sucesso?
Embora tenha abandonado o curso superior, é pouco divulgado o nome da instituição e acredito que a mesma não teve a menor importância no seu desenvolvimento. Por conta disso, muita gente pode achar que sua criatividade era inata... e isso não é verdade. Ele deve ter tido muitas interações interessantes para construir seu modelo de desenvolvimento e atingido esse alto grau de inteligência.
O importante é que tenhamos em mente que não existe inatismo e que é preciso trabalhar muito para que a criatividade ocorra. As crianças não são criativas, como achavam as antigas teorias pedagógicas. Mas as crianças podem tornar-se criativas, se forem estimuladas. O maior estimulo é o trabalho em grupo, já que todos fazem uma parte e o resultado não está em nenhuma delas, individualmente.
“O todo tem algo que as partes não têm.” Teilhard de Chardin
Jobs sempre fez questão de salientar a qualidade de seus colaboradores. A grande herança que fica deste homem para os educadores e pais é que temos que estimular a criatividade através de métodos ativos de aprendizagem.
Discurso de Steve Jobs em Stanford - vale a pena ver para conhecer um pouco mais do pensamento dele.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Ken Robinson - as escolas matam a criatividade
Quando assisti pela primeira vez este vídeo, pensei: “ate que enfim surge no cenário mundial alguém com as mesmas idéias do Prof. Lauro Oliveira Lima que não cansa de escrever e fazer conferencias sobre o assunto”.
O Prof. Lauro criou o método Psicogenético para que a criatividade fosse trabalhada nas escolas. Mudou totalmente a forma de encarar as atividades didáticas dentro da escola e a função do professor, que deixa de ser o transmissor de conhecimentos para ser o orientador da aprendizagem (técnico do time de futebol – não joga, deixa as crianças jogarem).
O Prof. Lauro criou o método Psicogenético para que a criatividade fosse trabalhada nas escolas. Mudou totalmente a forma de encarar as atividades didáticas dentro da escola e a função do professor, que deixa de ser o transmissor de conhecimentos para ser o orientador da aprendizagem (técnico do time de futebol – não joga, deixa as crianças jogarem).
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
CRIANCAS PREOCUPADAS
Lendo matéria da revista ÉPOCA, mais uma preocupação pedagógica me vem à cabeça. Crianças com uma nova síndrome - Transtorno Ansioso da Infância e Adolescência! E os números são alarmantes, porque é grande o percentual de atingidos entre 5 e 16 anos -de 9% a 15% dessa faixa etária.
O que esta acontecendo na nossa sociedade? Como estão os diagnósticos?
Apresentam-se então 3 posições diferentes a serem consideradas:
1. Crianças terceirizadas (abandono)
2. Crianças super-protegidas
3. DNA.
Quem tem razão, não sabemos, mas podemos analisar perfeitamente o que esta ocorrendo.
1º.) Os pais realmente não estão preparados para a paternidade e a sociedade vem exigindo muito deles quanto a sobrevivência da família em um nível razoável. Ter que adquirir bens de consumo tira os pais totalmente do foco de educar sua prole. Família muito pequena é outro fator a ser considerado. As crianças não têm ambiente familiar e ficam em contato permanente com os adultos, o que desgasta totalmente a relação entre eles.
2º.) Ao sentirem que estão abandonando as crianças, os pais fazem uma super-proteção para garantir o crescimento saudável de seus filhos, paradoxalmente impedindo que eles cresçam e se desenvolvam da melhor maneira. Fazem tudo para evitar que eles se exponham e procuram evitar que tenham perigos à sua volta. Querem manter seus filhos como bebês até a fase adulta, achando que assim evitam o surgimento de conflitos de geração.
3º.) A condição de a síndrome já estar presente no DNA é a mais fácil de ser admitida, até porque não há nada a ser feito nesse caso. É aquela história do “Filho de peixe, peixinho é”, o que em psicologia é pouco ou quase nada determinado. Vejam os filhos adotivos que ficam com as mesmas características da família, sem que haja qualquer interferência do DNA. Sabemos que a personalidade é a resultante de uma interação do meio com o individuo (Piaget).
Que existe o problema, não há dúvida, mas em muitos casos eles podem estar mal diagnosticados, o que torna difícil o tratamento.
Pais ansiosos geram filhos ansiosos pelo ambiente que criam em seus lares. Eles não tem paciência de dar o tempo necessário para a criança se vestir, comer, brincar, ler, fazer os deveres de casa. Eles querem um adulto em miniatura e quando isso não ocorre, ficam decepcionados e passam para a criança esta frustração. A criança acaba chegando a conclusão de que não consegue fazer as coisas como é determinado por seus pais. Percebe que eles não gostam da maneira como elas fazem as coisas. E pior ainda, não conseguem fazer de outra forma. Isso desagua naturalmente na frustração e na ansiedade.
A falta de desenvolvimento para o exercício de algumas atividades é tratado como ansiedade de forma equivocada Por exemplo, até os 10/11/12 anos, a criança não tem a noção de tempo totalmente desenvolvida, e isso provoca em viagens aquela série de perguntas como: “Quanto tempo falta para chegar?”, “Demora muito ainda para chegar?”. Para ela não tem sentido você dizer que falta uma ou duas horas. Para os adolescentes com esta noção de temporalidade bastaria essa informação, mas para as crianças pequenas, mesmo que saibam ver as horas no relógio, não o entendimento do “tempo” propriamente dito. Outra noção tardia é a de velocidade, que envolve tempo e espaço. Tudo, para ela, demora muito a chegar. Por isso é tão importante que os pais entendam que não adianta dar um castigo de a criança ficar algum tempo sem determinada fonte de satisfação. Eles, logo após o castigo, perguntam se já passou o tempo.
As atividades nas escolas devem durar de 5 a 10 minutos cada uma e irem mudando para que a criança acompanhe com interesse. Após 10/11 anos já podemos ter atividades de ate 20 minutos. Mais do que esse tempo, as crianças perdem o interesse e se desorganizam, chegando até a dormir em aulas muito longas. Os professores que não conhecem as teorias de Piaget, correm o risco de não despertarem o interesse das crianças e adolescentes e julgarem que os jovens tem síndromes de atenção - TDHA ou TDA.
As crianças que ficam muito preocupadas com os adultos são crianças que não tem companheiros de brinquedo e vivem entre os adultos sentindo, ouvindo e participando de seus problemas. Muitas vezes as mães fazem de suas crianças seus companheiros, não deixando as crianças conviverem nas sociedades infantis como deveriam. As crianças precisam de outras crianças para brincar. Os adultos são os piores companheiros para as crianças. Devem estar atentos e cuidando, nunca tentando ser criança. As atividades dos adultos devem ser as de ouvir as crianças/adolescentes, contar historias e promover brincadeiras sempre com outras crianças. Promover encontros com amigos em suas casas é uma ótima prática para permitir que seus filhos brinquem muito. É importante derrubar o mito de que existe “criança exemplar”, porque isso é um modelo artificial criado por elas para serem aprovadas pelos adultos com quem convivem.
A ansiedade, como qualquer fator emocional, interfere no raciocínio. Essa é uma das razões porque manter o equilíbrio emocional das crianças é tão importante. Para que isso aconteça, é preciso que os pais sejam equilibrados, Eventualmente são necessárias terapias para os pais, porque estes estando bem podem agir de maneira concreta para que seus filhos mantenham-se bem, ou mesmo revertendo um desequilíbrio instalado na família. A família com o passar do tempo,tornou-se um núcleo muito pequeno e, às vezes, doentio
Por outro lado as escolas não se desenvolverem e não mudaram seus métodos atuando no século XXI com metodologias aplicadas do século XV ao XIX . A expectativa dos pais quanto às escolas é a mesma de seus avós. No entanto, os filhos de hoje são globais, internéticos, digitais e multifuncionaisvitrola e um disco de cera (você pai do século XXI sabe do que estou falando?). A criança pega e tenta colocar em funcionamento como se olhasse um inseto esquisito... e no entanto essa tecnologia foi inventada tão somente a 30 anos.... Como é que a escola, sem mudar, vai atender as angustias e a solidão de crianças filhas únicas, pais muito ocupados, tecnologias de ponta, conceitos virtuais?
O esforço que deveria estar sendo feito, exaustivamente, seria para que os métodos mudassem e se tornassem viáveis para educar estas novas gerações. E temos que saber que é um processo que precisa ser rápido, pois as crianças nascem, como todos da espécie, na idade da pedra. E tem que atingir o nível de sua sociedade, cada vez mais desenvolvida e acelerada.
Os medos que aparecem nas crianças podem ser analisados à luz das teorias piagetianas. Até os 2/3 anos, as crianças tem medo de perder o afeto, não só de seus pais mas também de seus cuidadores. A saída de uma babá que estava com ele há muito tempo, por exemplo, pode causar um desastre quando os pais não foram presentes e tenham repassado todos os cuidados a esta pessoa. Depois dos 3 anos, já com o pensamento simbólico em ação, surgem os medos imaginários (lobo embaixo da cama, escuridão) mas surgem também os “amigos imaginários” e o jogo simbólico, que pode resolver muitos dos medos que aparecem. Os pais deveriam dar importância a estes medos, que são reais, ao invés de dizer “isso não é nada” ou “isso não existe”. Preste atenção às suas crianças e estes medos vão aos poucos desaparecendo, bem como as angústias decorrentes.Quando necessário, acompanhe a criança no escuro e acenda as luzes para que ela se sinta segura. Não traduza o medo dela pelo seu. Você pode não ter medo, mas o dela é real (fase do desenvolvimento). Depois dos 6/7/8 anos, a criança está entrando no pensamento concreto e já entende os medos do imaginário, surgindo então os medos reais. Se machucar, ir mal na escola ou ser vítima de desastres naturais. São preocupações dos adultos que são sugeridas às crianças e elas, como não tem controle sobre as situações, ficam com medo. Não podemos esquecer que estes medos vem da pressão adulta sobre as crianças. O que significa ir mal na escola? Para os pais significa tirar notas ruins que, na maioria das vezes, não significam aprendizagem. Será que a escola está atendendo as expectativas das crianças? Muitas vezes não está!
Não podemos pensar que a vida das crianças é fácil. Crescer é muito difícil e requer um grande esforço. Cabe aos pais e professores promoverem a alavanca para o desenvolvimento geral. Criança precisa de ajuda e principalmente de afeto. Caso contrário ...
Beta
domingo, 9 de janeiro de 2011
FÉRIAS !!!!
As crianças e adolescentes estao em casa. São as férias escolares. O que fazer. É muito tempo e nós, os pais, estamos ocupados e temos poucas férias comparadas as de nossos filhos. Os que tem viagens vão aproveitar de alguma forma todas as possibilidades de estar longe de casa. Mas e os que não tem? O que fazer com a turma confinada?
Preparei algumas sugestões para ajudar a ocupá-los durante este período. São elas:
1) Colônia de Férias - Primeira solução. Escolha coisas diversificadas, porque as crianças gostam de conviver com as outras crianças.
-A Chave esta fazendo colônia;
-Centro musical Antonio Adolfo (iniciação musical, canto, teclado, violão, piano, bateria);
-Estilista Teen (oficinas para aprender a tingir tecidos, personalizar roupas, etc.);
-Férias no Parque Lage (escola de artes visuais - colônia de artes);
-Oficina de Desenho Daniel Azulay (desenho, pintura, esculturas, maquetes);
-Projeto Dedo Verde do Atelier da Floresta (colônia no Jardim Botânico);
2) Teatro
- O Cavalinho Azul
- Na Cola do Sapateado
- No Fundo do Mar
- Sassaricando (musical)
- Hair (musical) - para os maiores
- É Com Esse Que Eu Vou (musical)
3)Cinema
- Enrolados;
- Brasil Animado;
- As Aventuras de Sammy;
- As Viagens de Gulliver (relação de poder - desenvolvimento da Moral);
- A Rede Social (para os maiores de 10 anos);
- Amor por Contrato (para os maiores 10/12 anos em diante);
- O Garoto de Liverpool (para os maiores 12 anos);
- O Pequeno Nicolau;
- Tetro;
- Você vai conhecer o Homem dos seus sonhos;
4) Conhecer o Rio
- Pão de Açúcar;
- Corcovado;
- Ir aos Museus (Aeroespacial, Historia Natural, Histórico);
- Baia da Guanabara;
- Urca;
- Centro do Rio (caminhar- mostrar os prédios).
São algumas sugestões, mas já dá para fazer uma programação interessante. Não deixe de convidar amigos de seu filho para estar com ele. A praia é um bom começo para as férias. Sempre acompanhado por algum adulto responsável, qualquer passeio pelas ruas é muito interessante. Não deixe seu filho isolado. A socialização promove o desenvolvimento mental.
Uma coisa importante é que determinadas atividades simples, que estão completamente fora do universo do seu filho, tornam-se aventuras fascinantes. Por exemplo, você já andou de Barcas com ele? Uma ida a Niterói é algo inédito. Ou de Aerobarco. Coisas simples podem ser fantásticas, porque somam uma enorme quantidade de informações ao vocabulário vivencial de seu filho.
Aproveite bem
Beta
Preparei algumas sugestões para ajudar a ocupá-los durante este período. São elas:
1) Colônia de Férias - Primeira solução. Escolha coisas diversificadas, porque as crianças gostam de conviver com as outras crianças.
-A Chave esta fazendo colônia;
-Centro musical Antonio Adolfo (iniciação musical, canto, teclado, violão, piano, bateria);
-Estilista Teen (oficinas para aprender a tingir tecidos, personalizar roupas, etc.);
-Férias no Parque Lage (escola de artes visuais - colônia de artes);
-Oficina de Desenho Daniel Azulay (desenho, pintura, esculturas, maquetes);
-Projeto Dedo Verde do Atelier da Floresta (colônia no Jardim Botânico);
2) Teatro
- O Cavalinho Azul
- Na Cola do Sapateado
- No Fundo do Mar
- Sassaricando (musical)
- Hair (musical) - para os maiores
- É Com Esse Que Eu Vou (musical)
3)Cinema
- Enrolados;
- Brasil Animado;
- As Aventuras de Sammy;
- As Viagens de Gulliver (relação de poder - desenvolvimento da Moral);
- A Rede Social (para os maiores de 10 anos);
- Amor por Contrato (para os maiores 10/12 anos em diante);
- O Garoto de Liverpool (para os maiores 12 anos);
- O Pequeno Nicolau;
- Tetro;
- Você vai conhecer o Homem dos seus sonhos;
4) Conhecer o Rio
- Pão de Açúcar;
- Corcovado;
- Ir aos Museus (Aeroespacial, Historia Natural, Histórico);
- Baia da Guanabara;
- Urca;
- Centro do Rio (caminhar- mostrar os prédios).
São algumas sugestões, mas já dá para fazer uma programação interessante. Não deixe de convidar amigos de seu filho para estar com ele. A praia é um bom começo para as férias. Sempre acompanhado por algum adulto responsável, qualquer passeio pelas ruas é muito interessante. Não deixe seu filho isolado. A socialização promove o desenvolvimento mental.
Uma coisa importante é que determinadas atividades simples, que estão completamente fora do universo do seu filho, tornam-se aventuras fascinantes. Por exemplo, você já andou de Barcas com ele? Uma ida a Niterói é algo inédito. Ou de Aerobarco. Coisas simples podem ser fantásticas, porque somam uma enorme quantidade de informações ao vocabulário vivencial de seu filho.
Aproveite bem
Beta
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Criatividade ...
Uma das boas coisas de uma viagem é andar. Quase não temos tempo para isso no dia a dia corrido, e andar por andar, observando as coisas, pensando sobre o que está sendo visto, analisando detalhes, faz um bem enorme à alma – e ao corpo, evidentemente. Andamos muito nessa viagem, e isso foi realmente motivo para grandes descobertas pessoais.Por exemplo, estava com o João Pedro, meu filho, andando lado a lado em silêncio, quando ele me sai com uma destas:
- Mãe, você já me disse antes que o vale é o conhecimento, que não adianta ter muito informação porque elas estão disponíveis, por exemplo, nesse computador que estou levando aqui, debaixo do braço. É uma verdade. Eu sento em qualquer lugar que tenha WiFi e fico sabendo o que eu quiser. No entanto, usar isso para alguma coisa depende de mim, do que eu sou capaz de fazer com essas informações né ...
Eu perguntei sobre o que ele estava pensando ao dizer tais coisas porque fiquei admirada com aquela reflexão, e ele respondeu:
- Olha mãe, para ser alguém vou ter que ser criativo mesmo, não é? Inventar, criar, inovar, isso é que vai ser o diferencial.
Comentou comigo sobre algumas coisas que ele tinha visto aqui nos USA, como as famosas sandálias CROCS. Fazem um sucesso tremendo, constatou ele, e disse depois que ficou impressionado como essas coisas nascem de uma idéia e ... pronto. Fiquei orgulhosa, porque notei que ele já sabe como conduzir o aprendizado dele.
O que gostaria de dizer para os pais é que preocupem-se muito com a criatividade de seus filhos e com a forma de abordagem que eles têm do conhecimento. Estamos em plena Era do Conhecimento, mas o que leva ao desenvolvimento pessoal não são conhecimentos formais, já institucionalizados, mas sim a abordagem criativa que o jovem deve fazer sobre esse conhecimento, como retratou bem o João em seu insight.
É de fundamental importância submetermos nossos filhos – ou alunos – a novas situações onde eles tenham que solucionar pequenos problemas, que provoquem reequilibrações em seus conhecimentos. O que devemos ensinar então?!
INTELIGÊNCIA é a única coisa que ficará como ferramenta para que eles enfrentem as novidades que virão em velocidades cada vez mais impressionantes, a partir do desenvolvimento da sociedade como um todo. E o desenvolvimento da inteligência, junto com o da MORAL, cria seres humanos mais sensíveis à trajetória daqueles que não tiveram oportunidades adequadas, evitando o preconceito e, mais do que isso, tornando-os solidários.
João já descobriu que o futuro está ligado à criatividade. Temos que trabalhar com as crianças no sentido de desenvolver as idéias criativas. O mercado de trabalho procura a criatividade como a qualidade mais desejada e mais difícil de ser encontrada e as empresas notam a grande dificuldade que é desenvolve-la. Ela não é inata (dom), por isso e necessário desenvolver nas crianças, desde a mais tenra idade. Precisamos de um método pedagógico para este trabalho. A dinâmica de grupo e a metodologia da criatividade andam de mãos dadas. Só o grupo desafia a inteligência a inventar novos meios de resolução dos problemas. Só o grupo promove uma equilibrarão majorante. Não podemos pensar, no século XXI, que a inteligência seja medida pelos antigos testes de QI totalmente obsoletos. Devemos testar a inteligência com as provas Piagetianas, que nos darão a parte criativa desta inteligência. Sabemos também que os criativos são mais felizes. Vamos então propor as crianças e adolescentes atividades criativas e jogos, para que sejam felizes e encontrem um espaço ideal para se realizarem na sociedade.
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