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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Materiais para ensinar Matemática



Depois de fazer o artigo sobre o ensino da matemática, resolvi  falar sobre materiais e como colocá-los na sala de aula. A idéia principal é criar atividades praticas para apresentar os conteúdos as crianças e adolescentes. Este material serve de base para o trabalho do professor, mas são somente alguns e  são estruturados. Uma coisa que o professor pode e deve, no seu dia a dia, é criar materiais relacionados com a vida da criança. Pegue o jornal e descubra com as crianças e adolescentes quais os temas matemáticos que temos ali colocados. Devem discutir e chegar através do debate a aplicação e generalização daqueles conteúdos.
Separei aqui alguns materiais e espero que os professores criem atividades para utilizá-los. As primeiras operações podem ser feitas com eles. De suas sugestões e envie para nosso blog. Tenha estes materiais ou criem outros para ter em sua sala de aula.

Aos pais eu peço que não achem que devem utilizar estes materiais para ensinar a seus filhos.

MATERIAL DOURADO


TANGRAM


MATERIAL CUISSINAIRE


TORRE DE HANÓI


FRAC SOMA


GEOPLANO


MEDIDAS




BLOCOS LÓGICOS




CLASSIFICAÇÃO



domingo, 10 de outubro de 2010

FORA DOS MUROS DA ESCOLA - DAY CAMP

Porque as famílias não apóiam a saída das crianças para fora dos muros da escola? Qual o significado que as pesquisas de campo que as crianças e adolescentes devem realizar tem para os pais para serem tão difíceis no Brasil?  Nos países mais desenvolvidos, é fácil observar que os alunos têm um grande percentual de suas atividades fora dos muros da escola, indo a museus, exposições, cinemas, parques, industrias e visitando  suas cidades como um todo. No caso do Japão, visitam o seu país, viajando com seus professores em várias excursões, que podem perfazer cerca de 50 dias fora dos muros da escola.
Estas atividades são geralmente organizadas pelas escolas, grupos sociais, igrejas e escoteiros com o objetivo de mostrar às crianças e adolescentes o mundo que os cerca. E quais os objetivos? Em primeiro lugar está a  socialização das crianças e em seguida a  autonomia, já que eles normalmente circulam com os pais ou responsáveis, sem terem que se cuidar ou observar sozinhos seus descolamentos, não tendo portanto, no dia a dia, a necessidade de tomar decisões. As crianças e adolescentes tem muita dificuldade de lidar com o sistema monetário de seus países, ficando sem saber o custo de transporte, alimentação e outros itens que sempre são resolvidos pelos adultos. Quando as crianças têm contato com a moeda, utilizam sempre as notas de valores altos por não terem idéia se o dinheiro dá ou não para o que querem adquirir. E veja que são às vezes adolescentes que, do ponto de vista escolar, já estão em séries avançadas, mas que não sabem contas simples, apenas porque não lidarem rotineiramente com o dinheiro. Vemos crianças muito pequenas nas feiras livres fazerem troco e recebendo pagamentos para seus pais (feirantes) com desenvoltura. É a experiência física. Lidam com o dinheiro constantemente.
As atividades fora do ambiente escolar são de grande importância para que seja desenvolvida a percepção do espaço, tempo e a causalidade, já que todos os seus caminhos são sempre guiados, não tendo em nenhum momento que cuidarem de suas próprias coisas, prestarem atenção ou escolher o que vão fazer ou comer. Estão sempre sendo conduzidos e cuidados por adultos super-protetores. Com o grupo (colegas e professores) eles têm oportunidade de fazer a chamada tomada de decisões. As crianças e adolescentes precisam, aos poucos, aprender a tomar pequenas decisões que serão de crucial importância para o futuro de cada um deles, e isso só acontecerá se exercitarem com seus educadores, em situações reais. Quem não tomou pequenas decisões não aprendeu. E como é uma construção, há um momento ideal para iniciar o processo, evitando-se que as dificuldades surjam tardiamente. Como pode um adolescente entrar na fase adulta sem essas experiências? O mundo não pára para que eles aprendam. Como um adulto sem experiência em tomada de decisões atingira a fase adulta, onde a todo o momento surgem essas situações? As crianças em geral não conhecem sua cidade nem os monumentos mais destacados,  não conhecem os museus e não participam efetivamente das ações culturais que estão a sua volta. Devemos lembrar que eles não conhecem os meios de produção e por vezes nem aos supermercados são levados, pois são considerados inúteis nesta tarefa doméstica. Muitas vezes são taxados de promotores de gastos desnecessários, o que é um erro que pode criar um adulto desorientado nessa área pela simples falta de contato com a realidade doméstica de abastecimento usual. As crianças e adolescentes não sabem os produtos que são consumidos em suas casas, ficando apenas aos adultos esta decisão. Mesmo os adolescentes não sabem qual o gasto de sua casa quanto à luz, gás ou telefone. As crianças poderiam saber preços, valor calórico, peso, volume, fabricação...  quanta experiência é desperdiçada numa atividade que poderia ser simples e até prazerosa para todos os envolvidos nela. Mas os adultos acham que estão protegendo as crianças, limitando-as nas suas experiências.
As crianças e adolescente são levados a festinhas, cinemas e shopping, como se isso fosse toda a vida social possível. Eles vivem em seus condomínios sem controle objetivo e sem atividades, entregues a sua própria sorte. Os pais e responsáveis deveriam promover visitas as casas um dos outros e passeios onde reunissem um grupo de colegas para que a socialização possa ocorrer. O homem não é um animal social, mas pode e deve  tornar-se. Por isso é tão complexa a socialização. Indivíduos com o pensamento inatista acham que as crianças naturalmente vão procurar os outros para conviverem. Para um interacionista como Piaget estas relações devem ser construídas gradativamente, em níveis crescentes.
Fica então para as escolas, a missão de promover estas saídas dos seus muros, para que seus alunos, orientados e em grupos, possam perceber sua cidade e seu pais, para depois perceber o mundo. Temos a obrigação de mostrar a eles como funciona o mundo ao seu redor.
Acho interessante e ineficaz que algumas  organizações falem ou promovam debates sobre questões ecológicas para as crianças e adolescentes, sem que eles conheçam os problemas relativos ao tema ou tenham visto uma comunidade com esgoto a céu aberto, por exemplo. Não podemos esquecer que para eles, isso não existe, já que em suas casas não se tem idéia sobre este problema. Será que as crianças das classes mais favorecidas sabem que muitas e muitas casas pelo Brasil afora não possuem água encanada? Luz? Ou Gás? E estamos falando em poluição, biodiversidade, reutilização, preservação, queimadas, extinção de animais, etc... Mas o que será isso, que ele não vê em livros e que, no máximo, chega ao seu conhecimento através de filminhos do Youtube. Vamos mostrar as crianças o mundo  REAL, senão eles vão achar que essas coisa são apenas virtuais e que não acontecem no mundo em que eles vivem. Como vão acreditar que a água do planeta vai acabar se não for preservada, se eles acham que a água vem para sua casa quase que por milagre (é abrir a torneira e ela está lá!).
Não devemos esquecer que Piaget diz que aprendemos pela leitura da experiência. Vamos levá-los a conhecer o mundo, com questionários para perguntarem e pensarem sobre os assuntos que estão estudando nas salas de aula. As aulas devem refletir a realidade. Não podemos trabalhar teorias fugindo da realidade.
Os jovens também não conhecem os meios de transporte de sua cidade. Vivem a maioria em seus carros particulares (crianças da classe media), já que as crianças das classes menos favorecidas não vão a nenhuma programa cultural (cinema ou shopping). Seus pais acham desnecessárias atividades culturais e suas escolas não promovem estas experiências.
Sugiro então que as escolas promovam sistematicamente atividades fora dos muros da escola para generalizar a educação dos jovens. A educação não é feita só de conteúdos escolares. O MUNDO também tem que ser ensinado às crianças e adolescentes.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A Reinvenção do Professor (o Método Psicogenético)


O que tem que mudar radicalmente na educação é a função do professor.
Ele passa de agente para orientador da aprendizagem. Como isso é possível? Só com uma metodologia diferenciada, onde ele não tenha que despejar sobre os alunos uma quantidade enorme de conteúdos desnecessários e ultrapassados.
O professor, no método psicogenético, é um desafiador, e por isso deve entrar na sala de aula com uma série de situações-problema para propor aos alunos como desafios a aprendizagem. Esta é uma metodologia onde o professor não tem necessidade do quadro verde. São os alunos que fazem a aula. Vale salientar o slogan do Prof. Lauro “O PROFESSOR NAO ENSINA AJUDA O ALUNO A APRENDER’”. Este novo professor é um estudioso da ficção cientifica, que tem muito cuidado em conhecer o novo e não está voltado para o passado, já que ele sabe que seus alunos viverão no futuro.
Nenhum aluno hoje, nem os que já estão entrando no ensino médio, vai estar no sistema de produção antes de 5 a 10 anos mais ou menos. O Planejamento, nesta nova metodologia, é fundamental para ordenar e seqüenciar a aprendizagem que vai ser proposta. O professor não pode entrar em sala de aula sem saber, rigorosamente, o que vai propor a seus alunos e não pode sair sem avaliar o que foi executado. O grande conhecimento que o professor não pode deixar de ter é dos níveis de desenvolvimento infantil (descobertos por Piaget – desde 1929) sem os quais ele não poderá propor as tarefas. A coisa mais importante destas tarefas é a graduação (sequência). Compare a seqüência a uma escada, onde você não pode subir para o 5º. degrau sem antes ter passado pelo 3º. E assim por diante. A graduação do conhecimento é o fator mais importante e Piaget vai ser a bússola para seguir por este caminho, orientando, com suas provas, o que a criança já pode entender em cada fase do seu desenvolvimento.
Os agrupamentos devem ser feitos baseados não simplesmente na idade cronológica ou no ano escolar que a criança está, mas no seu nível de desenvolvimento.
Este professor vai ter que entender que é o agente, e que seu aluno é o sujeito da aprendizagem. Se o aluno não aprendeu, o professor não ensinou. Quem fala são os alunos, pois as tarefas devem ser todas propostas em Dinâmica de Grupo. Toda a turma deverá estar organizada em pequenos grupos de 3 até 5 alunos, devendo sempre estar em número ímpar para evitar a formação de pares que podem virar quistos. O elemento ímpar promoverá o desequilíbrio necessário às discussões. No final de cada aula, os alunos devem realizar um relatório, para que o professor tenha condições de avaliar o conhecimento que foi apreendido pelos grupos.
O professor piagetiano tem que seguir algumas regras determinantes para seu comportamento em sala de aula e com o grupo de professores. Algumas regras gerais:

Os dez mandamentos de um professor piagetiano.
1. Não ensine: provoque a atividade da criança (algo parecido com a brincadeira tradicional de “adivinhação”.
2. Leve os alunos discutirem entre si a situação proposta e respeite suas conclusões, mesmo que “erradas” (a solução dada pelo aluno corresponde ao seu nível mental)
3. Não trabalhe na base da linguagem (sendo um produto social assimilado por imitação, a linguagem nada diz sobre o verdadeiro nível de desenvolvimento do aluno.
4. Não prestigie a memorização: o melhor resultado é o que demonstrar capacidade de inventar e descobrir (mesmo que, do ponto de vista do professor, a solução seja errada).
5. Comporte-se como técnico do time de futebol: estimule , sugira, critique, mas não jogue (o jogo é dos alunos).
6. Use como “material” o que existir no mundo da criança (seja ela de uma favela ou de um bairro grã fino).
7. Sempre que a criança superar um patamar (uma dificuldade), complexifique a situação (sem isto a criança se “especializa” na solução obtida).
8. Na alfabetização utilize as marcas e os logotipos que estão espalhados pela cidade e são utilizados no dia-a-dia da família (não se prenda as cartilhas).
9. Organizar as crianças em grupo (pode-se até tomar como modelo inicial o escotismo), deixando que elas criem as regras de convivência (educação moral e cívica é democracia).
10. Leve os alunos a compreenderem o que fizeram (“tomada de consciência”), quer a atividade seja motora, verbal ou mental, incluindo aí os atritos surgidos entre as crianças.

LIMA. Lauro O. Temas Piagetianos. P. 70

Beta

domingo, 11 de julho de 2010

DINAMICA DE GRUPO – UMA PROPOSTA PIAGETIANA

Em 1972, fui à cidade do México a convite da UNESCO para apresentar o método de Dinâmica de Grupo criado pelo Prof. Lauro de Oliveira Lima. Mas o que significa este método? Vou escrever um pouco a respeito, resumindo seu livro, para que os professores possam se utilizar em sala de aula, quando acharem conveniente assim proceder.

A Dinâmica de Grupo é uma forma nova de trabalhar, onde o professor não é o agente da aprendizagem. Ele propõe as tarefas (Situações Problemas) para que os alunos desenvolvam as mesmas através de técnicas didáticas. O professor deve ser muito competente para conseguir manter o interesse de seus alunos sobre os temas estabelecidos em seu planejamento. Em dinâmica de grupo, quem fala são os alunos e não o professor. Ele é um grande observador, que tem que saber exatamente o que os alunos estão realizando e o que estão aprendendo para saber propor a tarefa seguinte. O professor não será nunca parte do grupo. Os adolescentes sabem perfeitamente diferenciar, por mais empatia que ele tenha com o grupo, por isso ele deve estimular o grupo a trabalhar e, no final, propor uma auto-avaliação do grupo, inclusive avaliando até o próprio professor. O professor tem que conhecer muito bem seus alunos já que o grupo defende rigorosamente sua intimidade, pois sabem que o professore e um “inimigo” em potencial.

As carteiras devem ser individuais e deslocáveis para que possam ser feitas as várias formações necessárias ao desenvolvimento das técnicas de dinâmica. Devemos poder dispor todos em circulo, para que os adolescentes fiquem face a face. Todas as equipes (grupos) devem ter acesso ao quadro verde onde vão esquematizando o trabalho. Uma cartolina pode substituir o quadro. Todos os grupos devem ter acesso às enciclopédias, computadores e livros em geral. Não se pode trabalhar só com opiniões pessoais ou com meras reflexões. O grupo deve determinar um dos membros para ser o relator, mas todos devem tomar notas do que está sendo discutido. A tarefa deve estar sempre presente para que, a todo momento, o grupo possa ler e saber o que se pede. O professor deve dar as instruções por escrito aos grupos. O professor não deve economizar tempo com as regras de trabalho. Deve ser trabalhado o conhecimento de todos com todos para evitar a rejeição de qualquer um pelo grupo como um todo. Cada grupo deve escolher uma liderança que deve ser emergencial, isto é, para cada tarefa um membro do grupo deve ser escolhido e após acabar a tarefa volta ao nível do grupo. Devem estas lideranças ser reunidas pelo professor para receber as normas a serem seguidas. Deve ficar estabelecido que todas as regras precisam ser respeitadas por todos, como num jogo. Todos os membros do grupo têm que ter “papéis”, que devem ser discutidos por todos e obedecido em todas as tarefas. No grupo não pode haver hierarquia: todos são iguais e todas as opiniões tem o mesmo valor. Deve haver muito cuidado para que o líder não se transforme em um chefe ou monitor ou até mesmo em um inspetor. As decisões do grupo devem ser em forma de conselho, nunca arbitrariamente, pois o grande objetivo é chegar a autonomia.

Diz o professor Lauro de Oliveira Lima: “Acima de qualquer decisão do grupo, algumas regras devem ser consideradas tabu e transformadas em cartazes que serão colocados a vista de todos. São as regras que decorrem do conceito de reciprocidade, reversibilidade e objetividade.”

Para melhor trabalhar com Dinâmica de Grupo, recomendo a leitura do livro “Dinâmicas de Grupo: na Empresa, no Lar e na Escola – Grupos de Treinamento para a Produtividade”, do Professor Lauro de Oliveira Lima, relançado em 2005 pela Editora VOZES http://www.editoravozes.com.br/main/main.html

sábado, 26 de junho de 2010

Dinâmica de Grupo em sala de aula


DINÂMICA DE GRUPO


A aula em DINÂMICA DE GRUPO é a forma moderna do professor organizar seu trabalho na sala de aula. Em dinâmica todos os alunos devem ter um papel, por isso todos são responsáveis por todos. Neste tipo de atividade estão sempre sendo avaliados e avaliando os companheiros e no final de todas as tarefas deve haver uma tomada de consciência sobre o que foi trabalhado, devendo resultar sempre em um relatório, cartaz, dramatização ou outra forma qualquer de demonstração do que foi trabalhado na atividade. Nesta forma de trabalho, o professor não é o centro das atenções passando este papel para a liderança que deve vir dos alunos e deve ser emergencial, isto é, a cada tempo surge um que após se destacar volta ao grupo para que outro aluno ganhe esta posição. O professor é como o técnico do time de futebol: não joga, deixa os alunos jogarem.
Vamos dar destaque para a técnica criada pelo Prof. Lauro de Oliveira Lima denominada PAINEL INTEGRADO, que caracteriza-se pela formação de pequenos grupos que depois de se reunirem, devem se reorganizar em nova formação, onde todos discutem com todos. P. ex. o grupo formado por 1,2,3 – outro 1,2,3 e um terceiro 1.2.3 discute determinado tema ou assunto. Depois, num segundo momento, o professor organiza outros grupos com o formato: 1,1,1 – 2,2,2 e 3,3,3. Logo todos os grupos discutem ouvindo todos os companheiros.
As salas devem estar sempre equipadas com cadeiras ou mesas coletivas de trabalho e devem facilitar as formações em círculos. O circulo deve ser perfeito, de forma que todos vejam todos. Nessa técnica não deve ficar ninguém atrás dos outros. Não tem sentido numa sala de aula os alunos uns atrás dos outros e o professor na frente ao quadro verde. O professor deve ter mobilidade de circular pela sala de forma que consiga ver todos os alunos, nunca dando as costas para o grupo. O professor deve ouvir todas as discussões e opiniões colocadas pelos alunos ficando a seu encargo anotar as dúvidas que surgirem e as conclusões tiradas pelos grupos.
A DINÂMICA DE GRUPO requer que o professor saiba elaborar muito bem situações problemas sobre a matéria para que sejam resolvidas nos grupos. Deve também estudar para usar técnicas diferenciadas para cada aula. DINÂMICA DE GRUPO é uma técnica didática difícil de aplicar, e por isso é preocupante quando vemos a aplicação de algumas caricaturas da mesma, onde o professor não faz nada e deixa os alunos soltos. Não é assim. DINÂMICA DE GRUPO requer uma atividade altamente dirigida, com técnicas ativas e avaliações permanentes. Muitas anotações devem surgir ao final de cada aula. Em DINÂMICA DE GRUPO não se deve deixar para fazer uma avaliação final: ela requer uma avaliação constante, em cada aula.
Outra característica fundamental é a formação do professor, que tem que ser segura, pois surgem muitas dúvidas e questionamentos que numa aula expositiva não acontecem por falta de oportunidade de expressão por parte dos alunos.
Sugiro aos que se interessem pelo tema, a leitura do livro do Professor Lauro de Oliveira Lima “DINÂMICA DE GRUPO”, Editora Vozes